quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Palavra do dia: Mimimi

Mimimi é, provavelmente, a melhor onomatopéia já inventada pelo homem.

Mimimi é chatice. É enrolação. É cu doce.

Mimimi é a total ausência de argumentação.

Eu falo desde que assisti à Nova Onda do Imperador. Aliás, é um desenho engraçado bagarai, da Disney. Se eu fosse tu, assistiria. Mas, enfim, o fato é: quando geral começou a usar mimimi, eu já usava, lalala

GAP: Enquanto minha serelepe pessoa escrevia aqui, o tiozão que falou que quer "chafurdar no meu cabelo" @@, veio aqui me mostrar a língua. Ele sempre faz isso. Oh, céus.

Como eu ia dizendo: tem dias que QUALQUER coisa que a pessoa fale te irrita. Dá vontade de matar. Pena de morte, aliás, é uma coisa plenamente digna e justificável.

Erros grotescos de português, por exemplo. Passou pelo ensino superior e não sabe escrever? MORRA, PESSOA! MORRA! Em praça pública, com uma grande e gorda estaca atrevessando seu cu! Idade Média rules. Aham.

Outra parada legal pra merecer a morte: Burrice. Gente burra não merece viver. Só atrasa a vida alheia, o desenvolvimento, a nação e, conseqüentemente, eu e você. Há!

Sério, ditadura pra vida nesse país. Aliás, nesse mundinho de meu Deus todo, que 2012 tá cada vez mais perto.

E é isso aí. Don't cry for me, Offenburg.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

I. Do que não havia

Naquele planeta, não haviam mulheres barrigudas.

O papai não colocava a sementinha na barriga da mamãe.

Os repolhos premiados também inexistiam.

Naquele planeta não existiam cegonhas que traziam os bebês em seus bicos.

Naquele planeta só existiam ilhas.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Palavra do dia: Perfeição

Perfeito é aquilo que não pode melhorar. O perfeito é completo. É findo. É finito. É eterno. É um momento. É singelo. É rebuscado. É um olhar. É uma palavra. É um flash. Perfeito é um termo tão complexo... Tanto que pode ser até seu antônimo.

Sim, perfeito pode ser até imperfeito. Não amamos tantas pessoas e as achamos perfeitas? Mas, elas não são. E sabemos que não. Mas, pensamos que são. E é isso que torna o ser humano tão perfeito.

Perfeito é um encontro.

Perfeito é um amigo.

Um amigo perfeito é aquele que te fala a verdade. É aquele que é de verdade. É aquele que é verdade.

Amigo é aquele que quase nem existe.

terça-feira, 16 de março de 2010

Palavra do dia: 7 D's

Não, não, nada a ver com o "seven days", da Samarinha. 7 D's, mesmo. No caso, em inglês, também. Por ordem de idade, salvo engano, temos: Destiny, Death, Dream, os gêmeos Desire e Despair, Destruction e Delirium. Em português, perdemos um pouco dessa beleza, com Morte e Sonho, e já aproveito o desenho: O que você acharia da vida, se a Morte fosse sua irmã mais velha?



Aliás, tem um livro infantil que eu gosto MUITO, da Sandra Branco, ilustrado pela DIVINA da Elma *.*



O dia em que a morte quase morreu. Vida e Morte são, de fato, gêmeas, e uma não vive sem a outra. A Morte quase entra em depressão, porque ninguém gostava dela, e tal, e sempre acharam a vida bem mais bonita. O livro é uma graça.

Ehr... Onde eu estava, mesmo?

Os Perpétuos



São os personagens principais, se assim podemos dizer, da saga [usar essa palavra sempre me lembra Crepúsculo. Tristeza.] Sandman, de Neil Gaiman. Todo mundo sabe que eu sou fã - há pouco tempo, fato über alles, mas, fã, ok? Como todo mundo tem um pouco de cada uma dessas coisas na vida e como eu sou fãzinha nerd e como sou muito ligada aos meus sonhos, e, no momento, ainda mais, resolvi dedicar um post à eles.

1- Destiny - Destino:



Essa imagem já é linda só assim, imaginem inteira. Ela é muita arte pra duas páginas, apenas. É de um dos meus arcos favoritos: Fim dos Mundos.

Destino sabe de tudo o que foi, é e será. Carrega sempre um livro consigo, ao qual apenas ele tem acesso. É o irmão mais velho, e, bem, eu o vejo pouco nas histórias, apesar de estar LONGE de já ter lido a saga toda =/

2- Death, Morte



Eu acho a aparição da Morte uma Graça, nessa história, que é Terra dos Sonhos, o arco, não lembro, agora... E é uma história que, eu acho, é muito bonita.

Morte tem um quê de gotiquinha, e é provável que já tenham visto alguma menininha por aí com um risco igual ao dela, embaixo do olho [inclusive essa que vos escreve, que já contou uma história assim trajada. UMA história, apenas. Sweeney Todd.]. Antagonicamente, a Morte é cheia de vida, esperanças e sorrisos. Aparenta ter, aproximadamente, 16 anos mortais, e, uma vez a cada 100 anos, ela vem ao nosso mundo encarnada e morre em 24h, para melhor fazer o seu trabalho. É com quem Sonho [Dream, Sandman, Senhor dos Sonhos, etc] se dá melhor.

3- Dream, Sonho



Eu nunca tinha visto essa imagem na minha miserável vidinha. Só catei-a porque sou bibliotecária, e, bem, Lucien é o bibliotecário do Sonhar, onde ele cuida de todos os livros que foram, serão e seriam escritos. E Sonhar é o reino de Sonho.

O Sonho pra mim, é quase um fetiche. Não só pelo fato de ser um branquelo de cabelo preto e exalar sensualidade. Sim, eu sei que é uma HQ, uma HQ e nada mais que um HQ. Mas, eu sinto, e, certeza, vocês também sentem isso com algum personagem de livro / desenho animado / jogo / qualquer outra coisa que faça achar que sou patética. Mas, sei lá, imagino a voz dele, grave e etc. E parece tão próximo da gente...

E, ehr, então... ;x Sonho é o personagem principal, sempre dando ou levando pseudo broncas, sendo roubado, raptado... Sonhos têm poder, afinal de contas.

4- Despair, Desespero



Essa imagem é o do especial Noites Sem Fim, imagem do meu queridinho, Dave McKean.

A Desespero, diferindo dos outros irmãos, não é bonita. Com barriga e seios grandes e caídos, a primeira tendo escoriações / tatuagens vermelhas na pele, além da mantida mordida invertida e dentes afiados. Ela possui um anel de gancho, que engata nos corações daqueles que a sentem. E se corta pra chamar seus outros irmãos.

Desespero conversa com suicidas e etc. Por ironia refinada, é irmã gêmea do/da Desejo.

5- Desire, Desejo



Desejo é andrógino/a. Ele/a abusa dos seus poderes, e, depois do Destino, é quem eu menos vi nos arcos, até agora. Assim, esse abusa deveria ser entre aspas, afinal, só quis dizer que ele influencia o Reino dos outros irmãos, além do próprio. Desejo está presente em sonhos, desespero, morte, destino... É ou não é?

Admito que já senti coisas lendo a história dele/a no especial Noites sem Fim. NOTA: a história não é sobre ele/a, apenas envolve desejo X)~

6- Destruction, Destruição



Vou bater a real que não sei quase nada dele. Só que ele abandonou os irmãos, abriu mão do legado e foi bater patinha pelo mundo. Lembro que ele encontra com pessoas, de vez em quando, durante os arcos. Mas nem espalha tantos caos, apenas planta algumas dúvidas - ou certezas - nas caixolas alheias.

7- Delirium, Delírio



Essa imagem também é do especial Noites sem Fim e não lembro o nome do ilustrador. Só sei que eu tatuaria isso muito, muito frouxamente na batata da perna. Se arrumasse alguém que fizesse ficar pelo menos 90% tão lindo quanto isso, claro ¬¬

Delírio é a mais nova, é uma graça, também. Sinto dozinho dela, ela tá sempre confusa, com os olhos meio perdidos, e vira e mexe, acompanhada de algum irmão.

Basicamente, quem mais aparece, além do Sonho, é a Morte. Tão queridinha ela é, mereceu até duas histórias em separado.

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Não sei qual a influência os sonhos têm na vida de vocês, mas, na minha, eles têm muita. Um sonho pode me fazer acordar chorando, pensando diferente, feliz pra caramba, com vontade de fazer alguma coisa. Acho estranho / triste, pessoas que nunca lembram do próprio sonho. Eu lembro dos meus, muito nítidos e coloridos. As vezes, no meio da rua, quando tô fazendo algo, que acho que já fiz. Famoso dejà vu.

No sentido figurado, creio que, aí, sim, eles influenciam muito mais gente, pelo menos teoricamente. Afinal, todos somos motivados pelos sonhos que temos. Sonhamos sermos bailarinos, jacarés, possuirmos discos voadores, viajarmos pra Rússia. Teoricamente, esses sonhos são os que nos motivam a continuar trabalhando, estudando... Sonhos, todos temos, mas, nem todos corremos para realizá-los.

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E, bem... eu comecei a escrever essa na quinta passada, aqui no trampo, também. Estranhamente, não faço ideia de como queria que ela soasse. Sei que ela vai ficar diferente, porque eu sempre mudo as músicas, quando vamos tocá-la. E é a primeira coisa minha que publico na íntegra na net @@

Mas... Queria agradecer, de qualquer jeito, porque há mais de um ano eu não escrevia nada como música... Então... Obrigada, White Rabbit. "It may be quite simple, but now that is done. I hope you dont mind that Ive put down in words..." [Your Song, Elton John, eu acho ;x]

E ela segue sem título:

Every night, when I lay,
I can't rest.
I can't fall asleep,
because I desperatelly try
to programm my dreams.

In the darkness, behind my eyes,
I try to see you,
I try to reach you.
That's the only chance
I have to feel you.

But, in the end,
I'm tired of this dreams,
of telling that I would
like to hold you,
to take away the pain,
that I could have you,
if you just wanted the same.

Should I conform with
the reality of "is",
For I can no longer stare
"woulds" and "coulds"?

I want to hold you
with my hands,
I want to tease you
with my lips,
And I want to chain you
between my thighs.

But, no, not again,
only behind my eyes,
inside my sad mind.


E é muito provável que eu me arrependa disso.

E é isso aí.

Don't cry for me, Turvo.

N. A. [Nota da Autora] : Creo, the Muffin from hell

Pra quem não conhece - e, certamente, é a maioria - Creo, the Muffin from Hell, foi criado há quase 5 anos, numa aula de Introdução à Ciência da Informação, numa tentativa frustrada de fazer um desenho de um bolo de aniversário pra nossa amiga Monikets [ www.insoniadecontos.blogspot.com ]. Eu e Manu rimos tanto que quase fomos expulsas da sala, pela Fefê. Primeiro período e 18 anos é foda.

O nome dele foi dado em alguma coisa, tipo, Fórum de Biblioteconomia, enquanto eu, Manu, Jaque e Misa refletíamos sobre o significado do prefixo CREO, da extinta banda Creofago - da qual o Bruno fazia parte.

Advertência : Creo NÃO é engraçado. A maioria de suas tirinhas são piada interna e, assim, apenas 4 ou 5 pessoas acharão engraçado. As de hoje não são tirinhas são apenas, como sempre, ócio criativo resultantes de alguma aula produtiva, que refletem a vibe na qual eu me encaixo:





Vai que um dia eu me empolgo de "digitalizar" todas desde 2005, pras meninas rirem [ou chorarem] um pouquinho ;)

E eu tenho VÁRIOS posts pra fazer. Minha cabeça fervilha.

E é isso aí.

Don't cry for me, Marília.

terça-feira, 2 de março de 2010

Palavra de hoje: Pedaços

Pedaços, fatias, partes, porcentagens. Pode ser de bolo, da participação dos lucros de uma empresa, pode ser de você. Eu, por exemplo, sou dividida em vários.

1- Rio de Janeiro

Ah, é a gênese, né? Nasci lá, quase morri lá e morei lá até os 17. Quase 6 anos se passaram. Já que a palavra é pedaços, 25% dela, quase.

Não vou dizer que eu choro, não chega a tanto, mas sinto dorzinha, viu? De saudade de gente, de lugares, de comidas, de ruas, de hábitos... Da malemolência carioca, basicamente.

2- Florianópolis

Melhor fase da vida é a faculdade. Pelo menos até agora. E foi o que vivi aqui. Aprendi, antes de maisa nada, o que é a frieza do florianopolitano, o que é estudar, o que é sair, o que é trabalhar, como é legal ser crente, e como a gente pode ter vontade de matar um pastor.

3- Freiburg

Ich bin Freiburger! Grraaauen! Talvez eu sequer pudesse dizer que morei lá, afinal, foi algo como dois meses e duas semanas. Mas, poxa vida... Foi um ritmo de vida, um tipo de cultura, totalmente diferente do meu. Aprendi tanta, tanta coisa. Eu convivia com aquelas criaturas sem cinturas todos os dias, o dia inteiro. Era mais que convivência com família e trabalho e amigos. E eles se tornaram meus amigos. E, mesmo indo / voltando, cada um pro seu canto, foi Freiburg que marcou a nossa convivência.

Sem contar os outros lugares agora donos de mim, né? Salvador; que tem a Fernandinha, São Paulo, que tem a Mô e o Fê; e agora Brasília, que tem o Ike.

E foi assim que minha vidinha foi ficando fragmentada. Cada um foi me conquistando. Não que eu seja uma pessoa difícil de ser conquistada. Todos, todos, sem contar, uns panacas e inteligentes pra caramba. Não tenho amigo chato nem amigo burro. ^^

E pra esse post parar de ser mela cueca e ter uma foto, lá vai =D



Fala sério que você não iria na Padaria do Seu Joaquim assim? HÁ! Faz-me rir ;D

E é isso aí.

Dont cry for me, New Orleans.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Palavra do dia: O amor nos tempos da volatilidade

O amor nos tempos do cólera é um livro do García-Marquez que, fato, eu nunca li. Eu sou burra.

Mas, o que interessa é: claro, temos muita cólera, raiva, ódio, ira, guerra, nos nossos coraçõezinhos, ultimamente [Só ultimamente? HÁ!]. Mas, o que, de fato, me perturba, é não termos bom senso em nossas mentes.

Ah, o amor, o coração. Por quê sempre colocamos o coração no meio, sendo o cérebro que controla todas as nossas emoções?

Eu tinha um amigo que teorizava, que é porque seria muito feio fazermos algo como:

BETH *desenho de um cérebro* TUOMAS

O que me lembra uma HQ que eu curto muito, linda demais, Harlequin Valentine, do Neil Gaiman com o John Bolton:



Ele até fez uma leitura e colocou no site dele, aproveitando o ensejo do Valentine's Day dos países lá de cima, mas, quando ele twittou, não copiei o link, tampouco achei no site. Sorry, folks =/

Deixando de divagar, o Arlequim tira seu coração, literalmente, e o fixa à porta de sua amada. Resumindo e SPOILER, SPOILER, SPOILER, WATCH OUT, WATCH OUT, WATCH OUT, ele vira um Pierrot, no fim das contas, como quase todos que entregamos nosso "coração bobo, coração bola" na mão de alguém.

Mas, o que está me perturbando, mesmo, é o que me perturba desde a adolescência:

A facilidade com que as pessoas dizem Eu te amo.



É, bem mongol, tipo isso, mesmo.

Gente, vários amigos, colegas, pessoas ganz random de msn, com coraçõezinhos no msn, um pessoal que conheceu o namorado há uma semana, e já diz que ama, amor da minha vida, lá lá lá... Isso faz com que eu pare e pense:

Será meu coração de pedra?

Não.

Já falei, tá até na minha profile do orkut: tenho medo, sim, todo mundo tem. Ficar sozinho é muito mais cômodo, não temos que aturar ninguém, não temos que medir palavras e atos, e ainda podemos ficar com quem quisermos.

Fato, é: tenho mais medo de ficar sozinha pra sempre, não achar ninguém me ature e que eu ature.

PAR PERFEITO é alguém que eu aturo e que me atura, diga-se de passagem. Melhor que isso, olha, vou te bater a real: "you cannot hide yourself behind a fairy tale forever and ever".

Garanto a vocês, tô disposta a sair de dentro de mim, me machucar de novo, e de novo, e de novo, mas, achar alguém no fim do arco-íris. Um pote de ouro, mas, hetero, ainda que encontrado no fim de um arco-íris.. Afinal, quem de dentro de si não sai, vai morrer sem amar ninguém.

Mas... OK. Saio de dentro de mim, acho um menino... Tchu ru ru, a gente se pega, lalala, a gente se gosta, um mês depois a gente se ama?!

WAS IST DENN LOSS? WAS IST PASSIERT?

Sem aquela história de "cada um é cada um"! Não, hoje eu não vou relativizar e vou abstrair que alguma vez na vida já estudei Antropologia. É IMPOSSÍVEL que alguém ame assim.

Vamos pegar o sentido bíblico do amor, que, PRA MIM, vejam bem, pra minha pessoa, apenas, é o amor:

"O amor é paciente, é bondoso; o amor não arde em ciúmes, não se orgulha, não é soberbo, não se porta com indecência, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal. Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade; tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" 1 Coríntios 13:4

Eu acho uma boa definição, e vocês?

Agora respondam: em um mês... comofas/

E o amor nos tempos da volatilidade? Vejamos o que gera:

- Gravidez indesejada

- Traumas

- Perseguição

- Ciúmes doentios

- Assassinato

- Divórcios

- Famílias desestruturadas

- Filhos culpados

Hum, exagerada, eu? Sempre, baby, jogada aos seus pés.

Sem contar naqueles inconvenientes que, certamente, todos nós já conhecemos:

O amigo ou amiga que começa a viver em função da namorada ou namorado e, depois que o amor da vida da última semana acaba, vem correndo pra gente, dizer que estava com saudades, que quer sair.

Isso me irrita brutalmente.

O que faremos, então, nós, os vis corações de pedra?! Nos rendemos, dizemos que amamos pra não ficarmos mal?

Ou eu sou realmente malvadonna? Estarei eu errada?

Talvez as pessoas saibam o que significa amor, que a gente morre por amor, que a gente mata por amor, que a gente se humilha e se arrepende por amor. Que a gente se anula por amor.

É mais provável, hein, com a quantidade de gente que fala eu te amo pra lá e pra cá...

E é isso aí.

Don't cry for me, Barranquilla.